Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

Verde Vermelho

29
Jul17

Tenho de vos dizer a cruel verdade, homens!

Joana

A sério que nenhuma mulher, no seu perfeito juízo, gosta de ver um homem com calças elásticas hiper justas, quase a cortar a circulação das vossas pernas e que vos destacam tudo o que possam ter de proeminências na área inferior do vosso corpo, o que se torna catastrófico se ainda for conjugado com a subida da calça através de dobras, deixando cerca de 10 cm de perna à vista.

 

Vão por mim, que eu, apesar da idade, ainda tenho opiniões muito válidas e que podem marcar a diferença entre ter uma esposa ou uma relação de sucesso e o ficar sozinho no mundo para todo o sempre. Atendei às minhas palavras. Serão muito mais felizes. Agora ide e mudai a vossa vida.

27
Mai17

Como é que sabes que uma série não está a valer nada?

Joana

É a mesma prova dos nove das relações condenadas ao fracasso, dos estudos adiados e de tudo o mais que te gere desinteresse: quando começas a arranjar desculpas para não a veres ou lhe dares atenção mais tarde, quando não tiveres nada de especial para fazer. Ou seja, exatamente o que me está a acontecer com a nova série do Prison Break.

 

 

 

A história é fraca, forçada, tem imensos flops, tem várias incoerências e não tem nada a ver com a qualidade das anteriores. Decididamente, não deviam ter mexido no que era e estava tão bom e bem. Sobretudo porque a expectativa era enorme. Agora, a desilusão vai na mesma proporção.

 

Vocês já viram a nova temporada da série? O que acham?

 

 

 

 

06
Mar17

Corpos Danone? Sim, só se forem diabéticos e muito redondos, mesmo!

Joana

Não se se já tiveram a oportunidade de experimentar os novos Corpos Danone líquidos. O "bichinho" de que vos falo é este:

 

Estes iogurtes prometem todo o sabor, com 0% de açúcar adicionado. E o que tenho a dizer em relação a isto é simplesmente: "Deve ser, deve". Estes iogurtes são tão, mas tão açucarados, que enjoam. Parecem feitos para diagnosticar tolerância à glicose, só para vocês terem uma noção. Não sei lá de que raio é composto este iogurte, mas acredito que não deve andar coisa boa e saudável lá pelo meio.

Qual será o sentido de se apostar cada vez mais em alimentos açucarados, quando está provado que são autênticos venenos e há, inclusivamente, programas de reeducação alimentar, que pretendem promover a redução do açúcar nos alimentos processados? Que paradoxo é este? Não percebo o sentido. Aparentemente, a Danone também não se preocupa muito em estar a par destes programas, porque a grande maioria dos seus iogurtes é exageradamente doce. Parece que a missão está apenas do lado dos consumidores. Seja.

 

Por isso, sim, ao bebermos este iogurte podemos ficar com um Corpo Danone. Potencialmente diabético, mas ainda assim, um Corpo Danone.

Já tiveram a oportunidade de experimentar? O que acharam?

05
Mar17

Vamos lá falar do Festival da Canção?

Joana

Contra o que seria, provavelmente, expectável para aqueles que seguem este canto há relativamente pouco tempo, este post não vai conter ironia - vou tentar, pelo menos.

 

Hoje é dia da Final do Festival RTP da Canção e eu estou "em pulgas"! Sim, é um facto, eu adoro Festivais da Canção. Podem troçar de mim e dizerem  que quiserem, que não me demoverão. Aquilo é coisa que "mexe" comigo, talvez por me reavivar algumas memórias e por me fazer sentir - mais uma vez - orgulhosa de ser portuguesa. Não sei explicar. Só sei que gosto muito.

 

Não sei se são pessoas para perder / investir (riscar a opção errada, para cada um) tempo em ver um espetáculo como este, mas deixem-me que vos diga uma coisa: este ano há músicas francamente boas a concurso. A estratégia da organização foi diferente este ano, porque convidaram compositores jovens, de renome na praça, para tratar do assunto, sendo que depois, cada um deles, escolheu a voz com quem quereria trabalhar. Assim sendo, tivemos na lista compositores como Rita Redshoes, Luísa Sobral, Noiserv, Samuel Úria, Nuno Gonçalves (The Gift), João Pedro Coimbra (Mesa), Nuno Figueiredo (Virgem Suta) e Sir Aiva, entre outros. Há ali coisa muito boa mesmo. E é clarinho como água, em alguns casos, quem compôs as músicas, porque as identidades dos compositores estão mesmo lá e são notórias às primeiras notas. Há canções que não passaram das semifinais e que vou levar comigo, de certeza. É o caso desta, que acho absolutamente linda e única (é do Noiserv e merece muito ser ouvida).

 

Agora os potenciais vencedores.

 

O J. diz que é claro que vai ganhar uma música que, por sinal, é a que eu mais detesto. [Ele não gosta, mas como a votação é por 760's, é capaz de não estar muito longe da verdade...] E não, não é por ser inglês, que eu não sou nada fundamentalista. Acho a canção muito fraca, muito Justin Bieber, muito armada ao pingarelho e muito "Maria vai com as outras". O moço é cá da nossa terra - o que me podia fazer querer "puxar" um bocadinho mais por ele -, mas para além de não ter voz nenhuma, parece que engoliu alguma poção mágica que o fez envelhecer uns 40 anos. O pior é que ele acha que isso foi e o tornou o máximo. Enfim, por tudo isto e muito mais, a minha reação à possibilidade de ele ser o vencedor é, apenas e só, de "Nheee". Tirem as vossas conclusões, ó faxavor.

 

Se falarmos dos meus preferidos, tenho dois claros. Este:

 

E este:

 

 

O primeiro é excelente para o que se propõe, ou seja, ser uma música de Festival, na verdadeira aceção da palavra. É cómico, sarcástico, inteligente e lembra a 200% o Carlos Paião. Adoro!

 

O segundo é o tal de que toda a Internet fala (e com razão). É o oposto do que seria de esperar. É singela, tem uma letra linda de morrer, tem uma melodia de filme clássico dos anos 50 e a figura "estranha" do Salvador Sobral ajuda à receita. Acho que vai vencer na maior e é das tais que figurará para a posteridade como uma das melhores músicas de sempre do Festival (e talvez não só). Aposto que esta ganhará, por ser tão única.

 

Seja qual for a decisão, lá estarei logo a assistir, de olhos pregados à TV, a este Festival. Há muito que não havia um tão bom e que me entusiasmasse tanto. Vejam e não se vão arrepender. Já sabemos que isto não vai vencer nada na Europa, mas isso já são outros quinhentos, que todos conhecemos e sobre os quais nem vale a pena gastar o nosso latim. Veja lá e digam-me coisas. Cada vez vale mais a pena e - acreditem - nós não somos assim tão inferiores a ninguém!

 

 

 

ADENDA (a 6.03.2017): Vou jogar no Euromilhões, hoje! [;)]

 

19
Nov16

Vamos lá então falar do Spotify "gratuito".

Joana

 

 

Comecemos por explicar as aspas na palavra "gratuito". É certo que a aplicação é descarregada sem custos associados, é certo que não nos cobra mensalidades, mas já não é tão certo assim que valha a pena. Vejamos. Esta versão do Spotify obriga-nos a ouvir o rapazinho ou a rapariguinha a dizer "Assiste a este curto vídeo de 30 segundos e ganha 30 minutos de música, sem publicidade pelo meio". Até aqui, tudo bem. A pessoa até está disposta a ouvir aqueles segundos só para poder depois usufruir da música que lhe apetece ouvir naquele momento. A questão aqui está no facto de a fala do/a próprio/a rapazinho/rapariguinha demorar, só ela, 30 segundos. Ou seja, já vamos em 60 segundos. Não bastasse, o/a rapaz/rapariga são tão simpáticos, que nos agradecem por termos esperado o tempo do anúncio. Coisa boa, esta de se ser grato. Escusavam era de ser gratos durante mais de 30 segundos. Ou seja, levamos com quase dois minutos de "enche chouriços". Mas pronto, depois somos recompensados com 30 minutos de pura música, sem interrupções e... não, não somos. Os tais "30 minutos de música sem anúncios" nunca são mais de 20. E há lá coisa mais bonita do que estar a ouvir música clássica, instrumental, pop, rock, o que seja... e levar com um anúncio de Philadephia alho e ervas! Enfim, opções de quem é pobre. O Spotify gratuito, não o Philadelphia.

 

Esta malta do Spotify deveria reconsiderar a estratégia e pensar que, ao maçarem assim uma pessoa, em vez de conseguirem que ela mude para o Premium, podem levá-la a querer eliminar de vez a aplicação. Eu já estive mais longe de o fazer. Mas eu nem como Philadephia, deve ser por isso.

 

17
Nov16

A pior "sopa" que comi em toda a minha vida foi...

Joana

esta (se é que lhe podemos chamar sopa):

 

 

Estava lá em casa porque resultou de uma compra por curiosidade e por ser movida por aquele espírito típico de "pode haver um dia em que estejamos mais apressados e não haja sopa feita e tal e tal e tal...". Foi um dinheiro bastante mal gasto. É enjoativa, sabe a químicos por todo o lado e tem muito pouco que se possa associar ao conceito de sopa. Melhor do que a minha rejeição é a prova dada pelo J., amante de todo o tipo de sopas, que não a conseguiu comer até ao fim. Melhor do que isto para provar um ponto de vista, é difícil.

 

E vocês, já experimentaram? Gostam deste tipo de sopas?

 

[Ainda há de chegar o tempo em que vou provar uma destas "sopas" e gostar. Acho...]

 

 

14
Nov16

"A minha mãe cozinha melhor que a tua"

Joana

Vi no sábado passado, pela primeira vez, este programa, por acaso. Gosto bastante da Filipa Gomes, do 24Kitchen e o facto de fazer parte do júri aliciou-me a dar uma vista de olhos. Não sei se já alguma vez viram, mas basicamente os concorrentes - pessoas conhecidas, da praça - que não sabem cozinhar, fazem-no por indicação dos filhos, que estão mesmo ao lado delas, sem poder ajudar com as "mãos na massa", mas dando todas as indicações de como os pais (neste caso, mães) devem fazer para preparar um dado prato. O conceito é engraçadinho e tal, mas não me consigo abstrair do facto de haver mulheres que não sabem cozinhar. Desculpem-me e as feministas e demais apoiantes desta equipa, mas, por muito que respeite as opções de cada um, não consigo mesmo entender como se sente bem uma mulher que não sabe o que é "refogar" ou sequer saiba como se corta uma cebola às rodelas. Entendo que não saibamos fazer todos uma feijoada à transmontana, mas pelo menos o mínimo considero que todos - mulheres e homens - se não por outros motivos, por subsistência, têm de saber. E por isto tudo não consigo apreciar este programa, porque sinto que se faz baseado no desconhecimento e, pior, na falta de interesse em conhecer, que, ainda assim, me parece o pior de tudo. Bem, talvez o pior de tudo seja o orgulho com que mães apresentam, à frente dos seus filhos e colegas concorrentes, os "seus" pratos cheios de arroz por cozer, molhos sem tempero e refogados queimados, mas disso nem vale a pena falar.

Não gostei. E vocês, que me dizem? Já viram? O que acham?

12
Abr16

Quando o inverno dá cabo da nossa pele da cara.

Joana

Este inverno, talvez pelo excesso de frio e vento a que tenho estado sujeita, talvez pelas diferenças de temperatura entre os espaços abertos e fechados em que circulo, ou talvez por alterações hormonais simplesmente, a pele da minha cara, quase sempre normal com tendência a oleosa, passou a ser sensível e seca, ao ponto de, mesmo com os habituais cremes que uso e todos os cuidados que tenho, escamar e ficar demasiado vermelha em certos pontos. Andei em busca de um bom creme - que não estourasse com a minha carteira, mas que me garantisse resultados visíveis - e acho, sinceramente, que o encontrei. Trata-se deste pequeno:

Este creme tem-se revelado, para a minha situação, bastante eficaz. As vermelhidões desapareceram por completo e sinto a pele mais confortável, sem repuxar e não tenho quaisquer marcas de descamação. O cheiro é muito suave e ótimo e a consistência perfeita. A pele não fica a brilhar; pelo contrário, fica mate, mas sem sentirmos falta de hidratação. Existe a versão antirrugas, pela qual não quis optar por agora, e uma versão Extra Riche, que, apesar da secura da minha pele na altura, não quis experimentar, sem antes tentar esta versão mais light. Fiz bem. O preço não é dramático, penso - paguei 17,99 Euros por ele. Estou satisfeita e vai ser o meu novo melhor amigo do Inverno, a partir de agora.

 

Conhecem este creme? Recomendam algum para a situação que descrevi?

 

11
Abr16

Zootrópolis.

Joana

Ontem de manhã fomos ao cinema com os nossos sobrinhos e decidimos ir ver o Zootrópolis. Quer dizer, o J. queria muito ver esse filme e convenceu os sobrinhos de que aquele era muito melhor que o Kung Fu Panda, que era o que eles, inicialmente, queriam ir ver. Claro que as crianças se deixaram influenciar e lá fomos. Fiquei feliz com a escolha, porque, mesmo sem conhecer os filmes, não estava muito virada para o Kung Fu Panda. E ainda bem.

 

O filme Zootrópolis é, verdadeiramente, recomendável! É bonito, tem uma excelente qualidade de imagem (está a chegar a um nível quase insuperável de ultrapassar, penso), tem as habituais excelentes lições de vida, tem a ternura dos filmes da Disney e é muito divertido! Ri-me bastante, em diferentes momentos, com diferentes personagens e situações, como não imaginava que fosse conseguir. E acreditem que há coisas que só os adultos irão entender, como uma cena com uma figura semelhante ao Padrinho. Muito bom mesmo, de ir às lágrimas! Saí da sala bem disposta, feliz e em jeito ritmado. Gostei muito, mesmo! Claro que, sendo um filme de animação, temos de ter um certo filtro para perceber que a sala estará cheia de crianças e que algumas coisas não serão as que mais agradarão a quem gosta de cinemas tranquilos (guilty!). Mas foi muito pacífico. Fomos ver a versão dobrada, naturalmente mais propensa a ser visionada por crianças mais pequenas e com menos paciência para aguentar uma hora e meia de filme, mas tudo correu bem. Só reconheci a voz de uma personagem, dobrada pelo famoso Lecas (quem nasceu depois de 1995, talvez já não entenda a quem me refiro...) e as restantes, não sendo conhecidas, fizeram, como sempre - há que dar real mérito às dobragens portuguesas que são, de facto, excelentes! - um bom trabalho.

 

A única coisa que me faz confusão no meio disto tudo é que Zootrópolis, à semelhança de filmes de animação como o Big Hero 6, por exemplo, tem cenas que podem assustar os miúdos e que não são assim tão tranquilas, o que me faz torcer o nariz à atribuição da recomendação M/6 a estes filmes. Há cenas à noite, com predadores, perseguições e afins e algumas crianças ficaram, de facto, com medo. São poucos segundos, mas basta para assustar. Claro que, para nós, adultos, e até para crianças mais velhas, a partir dos 12 anos, aquilo já não assusta, mas para mais pequeninos... hummm... não sei. Certo é também que havia muitas crianças com menos de seis anos a ver aquele filme e aí, como em tantos outros casos, trata-se de uma questão de maturidade... dos pais!

 

Por fim, resta-me dizer que a música da Shakira é, de facto, apropriada aos momentos do filme em que surge e que é feliz, à semelhança da história. Problema (ou não): é daquelas que fica colada e não sai da cabeça durante uns dias. Pelo menos, até agora, dura há umas 24h cá dentro. E, pelo menos no meu entender, não faz mal nenhum.

(Façam o teste, clicando na imagem abaixo. E vejam este filme, a sério!)

 

 

 

 

07
Abr16

Vejo o Marcelo todos os dias na televisão e penso...

Joana

... nunca, na minha vida que tem para lá de três décadas, me lembro de ter visto um Presidente da República a aparecer mais vezes nos jornais e noticiários - e pelos motivos certos - do que um Primeiro Ministro, quando vivo num país com constantes problemas a resolver e que exigem uma intervenção constante deste último. O Marcelo está a ser exemplar (não acreditava que fosse tanto assim, mas até ver, tenho de dar a mão à palmatória) e acho que o António Costa agradece bastante esse empenho do seu superior - se ele, por si só, já é bastante esquecível, no momento presente quase ninguém se lembra que existe um Primeiro Ministro neste país, parece-me.

 

 

Eu.

foto do autor

Instagramem-me!

@joaninha_me