Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

20 de Fevereiro, 2012

Coisa de que não gosto.

Joana
Do Carnaval. Festa forçada, muito forçada. Para as crianças até aceito que possa fazer algum sentido. Agora para os adultos... naaaaa. Ainda tentei há uns anos entrar no espírito, e até foi giro, mas it's just not my thing. Palpita-me, por isso, que amanhã será dia de ficar por casa. Oh well.

(E homens, por favor, POR FAVOR... não se vistam de mulheres. Isso é o pior mesmo... Ter essa visão é dar-me uma crise de figadeira. E uma crise de figadeira é coisa de que não ando a precisar neste momento, já tenho andado bem servida. Obrigada pela compreensão.)


20 de Fevereiro, 2012

Coisa de que não gosto.

Joana
Do Carnaval. Festa forçada, muito forçada. Para as crianças até aceito que possa fazer algum sentido. Agora para os adultos... naaaaa. Ainda tentei há uns anos entrar no espírito, e até foi giro, mas it's just not my thing. Palpita-me, por isso, que amanhã será dia de ficar por casa. Oh well.

(E homens, por favor, POR FAVOR... não se vistam de mulheres. Isso é o pior mesmo... Ter essa visão é dar-me uma crise de figadeira. E uma crise de figadeira é coisa de que não ando a precisar neste momento, já tenho andado bem servida. Obrigada pela compreensão.)


17 de Fevereiro, 2012

A confirmação.

Joana
Afinal a tal ilusão numa oportunidade era mesmo uma ilusão. Consta que a oportunidade está prestes a declarar falência e que por lá anda tudo a remar o mais que pode. Esta bonito, isto, está.

17 de Fevereiro, 2012

A confirmação.

Joana
Afinal a tal ilusão numa oportunidade era mesmo uma ilusão. Consta que a oportunidade está prestes a declarar falência e que por lá anda tudo a remar o mais que pode. Esta bonito, isto, está.

16 de Fevereiro, 2012

Desabafo.

Joana
Estou a tentar vencer um grande desânimo com uma ilusão numa oportunidade praticamente inconcretizável. Começo a ficar profissional nisto.

16 de Fevereiro, 2012

Desabafo.

Joana
Estou a tentar vencer um grande desânimo com uma ilusão numa oportunidade praticamente inconcretizável. Começo a ficar profissional nisto.

14 de Fevereiro, 2012

Ele, eu e o 14.

Joana
Uma das primeiras questões do nosso início de namoro foi o Dia dos Namorados. Ele estava preocupado com a minha resposta sobre a importância que eu dava ao dia e ficou com uma imensa cara de alívio quando lhe disse que não me dizia mesmo nada. E não dizia; nem a mim, nem a ele. Estávamos em sintonia.
A verdade é que nunca gostei muito deste dia, mas também porque nunca me senti como sinto hoje. Não acho grande piada aos ursinhos, aos peluchinhos, às mensagens melosas, às manifestções públicas de afeto mais exageradas que em quaisquer outros dias do ano, ao consumo, aos restaurantes cheios de velas, meias luzes e música ambiente escolhida a dedo para que os gastos sejam entendidos como sem exemplo e necessários por ser um dia especial. Na minha cabeça, este dia só se torna especial porque há uma história verdadeira relacionada com o amor a sustentá-la. Isso é que lhe dá valor. O que eu mais gosto neste dia é, por isso, aquilo que ele pode desencadear, o pretexto em que se pode tornar para fazer com que pessoas hesitantes percam a timidez e tomem a iniciativa ou casais de candeias às avessas se deixem enlevar por tudo o que este dia nos traz e vejam aí o contexto ideal para fazerem as pazes e voltarem ao que eram. Nesse sentido, gosto muito deste dia. 

Eu e ele não somos do dia 14. Não temos este número na nossa viagem, nem Fevereiro como paragem obrigatória. Há dias mais importantes, mais nossos e que merecem mais atenção do que este. Mas isso não quer dizer que hoje, à semelhança de qualquer outro dia, não me apeteça dizer-lhe até à exaustão o quanto é importante para mim e o quanto a nossa história é das melhores coisas que tenho na vida. É meloso, eu sei, mas é a verdade.

14 de Fevereiro, 2012

Ele, eu e o 14.

Joana
Uma das primeiras questões do nosso início de namoro foi o Dia dos Namorados. Ele estava preocupado com a minha resposta sobre a importância que eu dava ao dia e ficou com uma imensa cara de alívio quando lhe disse que não me dizia mesmo nada. E não dizia; nem a mim, nem a ele. Estávamos em sintonia.
A verdade é que nunca gostei muito deste dia, mas também porque nunca me senti como sinto hoje. Não acho grande piada aos ursinhos, aos peluchinhos, às mensagens melosas, às manifestções públicas de afeto mais exageradas que em quaisquer outros dias do ano, ao consumo, aos restaurantes cheios de velas, meias luzes e música ambiente escolhida a dedo para que os gastos sejam entendidos como sem exemplo e necessários por ser um dia especial. Na minha cabeça, este dia só se torna especial porque há uma história verdadeira relacionada com o amor a sustentá-la. Isso é que lhe dá valor. O que eu mais gosto neste dia é, por isso, aquilo que ele pode desencadear, o pretexto em que se pode tornar para fazer com que pessoas hesitantes percam a timidez e tomem a iniciativa ou casais de candeias às avessas se deixem enlevar por tudo o que este dia nos traz e vejam aí o contexto ideal para fazerem as pazes e voltarem ao que eram. Nesse sentido, gosto muito deste dia. 

Eu e ele não somos do dia 14. Não temos este número na nossa viagem, nem Fevereiro como paragem obrigatória. Há dias mais importantes, mais nossos e que merecem mais atenção do que este. Mas isso não quer dizer que hoje, à semelhança de qualquer outro dia, não me apeteça dizer-lhe até à exaustão o quanto é importante para mim e o quanto a nossa história é das melhores coisas que tenho na vida. É meloso, eu sei, mas é a verdade.