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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

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Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

20 de Julho, 2013

Alerta! Alerta! Post de gaja (e de gajo, também!) - #5

Joana
Eu sou daquele tipo de pessoa que não vive sem batom do cieiro mesmo no verão. Por ser uma fragilzinha de pele aliada a uma esquisitinha de sabores, texturas e o que mais houver nos batons, não sou muito fácil de contentar. Mas àquilo de que gosto mesmo, mantenho-me fiel. E é o que vai acontecer com este botom do cieiro:

 

O baton "Johnson's Lipcare" é mesmo muito bom; tem um leve sabor a baunilha (mas suave) e os lábios ficam a cheirar àquelas amêndoas brancas e rosa de Páscoa, estão a imaginar? Mas o mais importante é a hidratação que é muito boa e se mantêm mesmo. Independentemente de terem os lábios normais, secos, extremamamente secos ou já com cieiro, este batom deixa-os realmente hidratados e suaves por várias horas e não acumula, não fazendo, por isso, aquelas linhas que realmente me incomodam e que me fazem ter de repor a cada hora o batom. Existe também a versão com cor (pérola), mas essa não experimentei. Esta pequena maravilha foi uma surpresa para mim, porque normalmente não gosto muito dos produtos da Johnson's. Põe todos os que experimentei até agora a um canto, mesmo. E pelo que vi por aí na internet, a opinião é geral - é muito bom e muito superior a outros que têm mais nome e - teoricamente - credibilidade.
Eu cá achei este um excelente investimento. Custa cerca de 2,30 Euros e vai ser o vosso novo melhor amigo, garanto-vos! Fica a dica. :)

Bom fim de semana a todos!


20 de Julho, 2013

Alerta! Alerta! Post de gaja (e de gajo, também!) - #5

Joana
Eu sou daquele tipo de pessoa que não vive sem batom do cieiro mesmo no verão. Por ser uma fragilzinha de pele aliada a uma esquisitinha de sabores, texturas e o que mais houver nos batons, não sou muito fácil de contentar. Mas àquilo de que gosto mesmo, mantenho-me fiel. E é o que vai acontecer com este botom do cieiro:

 

O baton "Johnson's Lipcare" é mesmo muito bom; tem um leve sabor a baunilha (mas suave) e os lábios ficam a cheirar àquelas amêndoas brancas e rosa de Páscoa, estão a imaginar? Mas o mais importante é a hidratação que é muito boa e se mantêm mesmo. Independentemente de terem os lábios normais, secos, extremamamente secos ou já com cieiro, este batom deixa-os realmente hidratados e suaves por várias horas e não acumula, não fazendo, por isso, aquelas linhas que realmente me incomodam e que me fazem ter de repor a cada hora o batom. Existe também a versão com cor (pérola), mas essa não experimentei. Esta pequena maravilha foi uma surpresa para mim, porque normalmente não gosto muito dos produtos da Johnson's. Põe todos os que experimentei até agora a um canto, mesmo. E pelo que vi por aí na internet, a opinião é geral - é muito bom e muito superior a outros que têm mais nome e - teoricamente - credibilidade.
Eu cá achei este um excelente investimento. Custa cerca de 2,30 Euros e vai ser o vosso novo melhor amigo, garanto-vos! Fica a dica. :)

Bom fim de semana a todos!


19 de Julho, 2013

Cinema em casa.

Joana
Tínhamos lá em casa o DVD do filme "O Pianista" e há muito eu andava curiosa para o ver. Visto que sou uma apaixonada por toda a fatia da História que contempla a Segunda Guerra Mundial, tinha grandes expectativas para este filme. Como tinha ganho a Palma de Ouro em Cannes e três Óscares da Academia, não sabia bem o que pensar (eu tenho alguma aversão a filmes com demasiados prémios), mas lá decidimos vê-lo.

(Cliquem na imagem e vejam o trailer)


E a verdade é que... gostei. Gostei da história sem grandes dispersões; gostei do ator; gostei da realização; gostei do realismo (que impressiona muito quando se pensa que as cenas não estão enfatizadas, mas que representam o que realmente se passou e está documentado); gostei da forma como nos consegue envolver na história e sentir que estamos ali com o protagonista e a viver de perto tudo aquilo; gostei da convicção de que uma paixão pode manter uma pessoa sã no meio de todo o caos; gostei da ideia de resiliência e de luta que, acredito, a poucos tenha valido, mas que, decerto, a alguns terá salvado a vida. E gostei dos leves momentos (inesperados) de humor, apresentados de uma forma tão natural que não parece mesmo escrito. Emocionei-me, impressionei-me um pouco, ri, sorri e senti-me - mais uma vez - fascinada por saber ainda mais por aquele momento horrendo da história. Se virem este filme cientes de que o que ali está representado aconteceu, de facto, e de que a história se baseia na autobiografia do protagonista, tudo ganha uma nova dimensão. A parte final do filme surpreende, mas tem um desfecho um pouco estranho, talvez. Mas é um bom filme, de facto.


19 de Julho, 2013

Cinema em casa.

Joana
Tínhamos lá em casa o DVD do filme "O Pianista" e há muito eu andava curiosa para o ver. Visto que sou uma apaixonada por toda a fatia da História que contempla a Segunda Guerra Mundial, tinha grandes expectativas para este filme. Como tinha ganho a Palma de Ouro em Cannes e três Óscares da Academia, não sabia bem o que pensar (eu tenho alguma aversão a filmes com demasiados prémios), mas lá decidimos vê-lo.

(Cliquem na imagem e vejam o trailer)


E a verdade é que... gostei. Gostei da história sem grandes dispersões; gostei do ator; gostei da realização; gostei do realismo (que impressiona muito quando se pensa que as cenas não estão enfatizadas, mas que representam o que realmente se passou e está documentado); gostei da forma como nos consegue envolver na história e sentir que estamos ali com o protagonista e a viver de perto tudo aquilo; gostei da convicção de que uma paixão pode manter uma pessoa sã no meio de todo o caos; gostei da ideia de resiliência e de luta que, acredito, a poucos tenha valido, mas que, decerto, a alguns terá salvado a vida. E gostei dos leves momentos (inesperados) de humor, apresentados de uma forma tão natural que não parece mesmo escrito. Emocionei-me, impressionei-me um pouco, ri, sorri e senti-me - mais uma vez - fascinada por saber ainda mais por aquele momento horrendo da história. Se virem este filme cientes de que o que ali está representado aconteceu, de facto, e de que a história se baseia na autobiografia do protagonista, tudo ganha uma nova dimensão. A parte final do filme surpreende, mas tem um desfecho um pouco estranho, talvez. Mas é um bom filme, de facto.


18 de Julho, 2013

"Ah, que somos tão naturais a fazer isto..."

Joana
Ora pois que ontem, já tarde, começámos a jantar. O cansaço do dia quase não nos fazia falar e estávamos assim num discurso leve sobre as nossas coisas, quando, de repente, ouvimos de fundo, na "Dancin' Days" (lembrem-se que nós só temos 4 canais) um rapazito a dizer aos avós, sentados à mesa: "É a pizza Ristorante, da Dr. Oetker. É muito boa, não é?" 
Como disse? 
Olhámos um para o outro com aquele ar de indignação e dirigimos a nossa atenção para a televisão. E a coisa continuou, com o avô a fazer a sua avaliação: "Realmente, é muito boa. Nunca diria! A massa é fina e estaladiça e a piza é muito saborosa, bem melhor do que eu pensava." Nisto, vê-se a avó a olhar enternecida para o avô e para o neto e a outra moça (não sei quem é na trama) a sorrir e a virar a cabeça de lado, como que a dizer "Oh, que tenho de fazer este papel idiota, como se estivesse mesmo a sentir carinho por esta piza aqui em cima da mesa".
Triste.
E isto levou-nos logo para as lembranças de séries em que estas cenas forçadas e nada felizes (ou demasiado felizes para as personagens, pronto) aconteciam e nos faziam questionar "Porquê? Porquê?" A primeira foi a da série "Uma Aventura", em que os miúdos, em algum momento da série, mesmo que não fizesse sentido algum no desenrolar da história, lanchavam e todos - TODOS - bebiam Sumol, de uma forma que quase lhes partia os pulsos, tal era o cuidado que tinham de ter para que o nome da bebida ficasse voltado para a câmara. Isto já para não falar que as latas pousadas também estavam todas viradas para o espectador (imaginem seis latas voltadas para a frente e depois digam-me algo). A coisa depois evoluiu para o Sunny Delight, mas o essencial estava lá. Há tempos, era na anterior novela da SIC, em que quase semanalmente havia uma personagem que tinha de ir ao Santander Totta. Ou era pedir um empréstimo, ou rever o SPREAD ou era reunir-se com o seu gestor de conta, ou outra coisa qualquer. Andavam ali invejas, ciúmes e uns a quererem matar os outros e o que mais houvesse e depois havia ali uma pausa para ir ao banco. Nada forçado, portanto.

E é isto, meus amigos. Senhores das novelas, sois uns vendidos. Senhores espectadores... somos os burrinhos a comer a palhinha que nos dão....

(Sou totalmente contra estas coisas, mas se quiserem que eu publicite a minha empresa numa qualquer novela, eu também não digo que não, também me posso tornar numa vendida.
Naaaaaa, foi só para vos testar.)



18 de Julho, 2013

"Ah, que somos tão naturais a fazer isto..."

Joana
Ora pois que ontem, já tarde, começámos a jantar. O cansaço do dia quase não nos fazia falar e estávamos assim num discurso leve sobre as nossas coisas, quando, de repente, ouvimos de fundo, na "Dancin' Days" (lembrem-se que nós só temos 4 canais) um rapazito a dizer aos avós, sentados à mesa: "É a pizza Ristorante, da Dr. Oetker. É muito boa, não é?" 
Como disse? 
Olhámos um para o outro com aquele ar de indignação e dirigimos a nossa atenção para a televisão. E a coisa continuou, com o avô a fazer a sua avaliação: "Realmente, é muito boa. Nunca diria! A massa é fina e estaladiça e a piza é muito saborosa, bem melhor do que eu pensava." Nisto, vê-se a avó a olhar enternecida para o avô e para o neto e a outra moça (não sei quem é na trama) a sorrir e a virar a cabeça de lado, como que a dizer "Oh, que tenho de fazer este papel idiota, como se estivesse mesmo a sentir carinho por esta piza aqui em cima da mesa".
Triste.
E isto levou-nos logo para as lembranças de séries em que estas cenas forçadas e nada felizes (ou demasiado felizes para as personagens, pronto) aconteciam e nos faziam questionar "Porquê? Porquê?" A primeira foi a da série "Uma Aventura", em que os miúdos, em algum momento da série, mesmo que não fizesse sentido algum no desenrolar da história, lanchavam e todos - TODOS - bebiam Sumol, de uma forma que quase lhes partia os pulsos, tal era o cuidado que tinham de ter para que o nome da bebida ficasse voltado para a câmara. Isto já para não falar que as latas pousadas também estavam todas viradas para o espectador (imaginem seis latas voltadas para a frente e depois digam-me algo). A coisa depois evoluiu para o Sunny Delight, mas o essencial estava lá. Há tempos, era na anterior novela da SIC, em que quase semanalmente havia uma personagem que tinha de ir ao Santander Totta. Ou era pedir um empréstimo, ou rever o SPREAD ou era reunir-se com o seu gestor de conta, ou outra coisa qualquer. Andavam ali invejas, ciúmes e uns a quererem matar os outros e o que mais houvesse e depois havia ali uma pausa para ir ao banco. Nada forçado, portanto.

E é isto, meus amigos. Senhores das novelas, sois uns vendidos. Senhores espectadores... somos os burrinhos a comer a palhinha que nos dão....

(Sou totalmente contra estas coisas, mas se quiserem que eu publicite a minha empresa numa qualquer novela, eu também não digo que não, também me posso tornar numa vendida.
Naaaaaa, foi só para vos testar.)



17 de Julho, 2013

No início desta semana fiz anos.

Joana
E muito poucas pessoas se lembraram disso. 

Não sou pessoa de andar a anunciar aos sete ventos que faço anos, mas, como qualquer ser humano normal, gosto de sentir o carinho das pessoas com as quais me importo e que considero relevantes na minha vida. Eu tenho essa preocupação com quem quero bem. Fiquei por isso, surpreendida e triste ao perceber que grande parte dos meus amigos se esqueceu da minha data e a deixou passar em branco.

Eu acho que um amigo sabe de cor - ou pelo menos, marca na agenda - o aniversário de quem gosta e com quem se importa. Eu acho que um amigo não conta com o Facebook para lhe lembrar que, naquele dia, a pessoa X faz anos. Eu acho que um amigo sabe - simplesmente porque sim - que não pode - nem deve - falhar essa lembrança.

Eu não tenho a data do meu aniversário em qualquer rede social e contava que os amigos não precisassem disso para se lembrarem de mim. Mas aparentemente, sim. Se fossem pessoas que já não me dissessem muito, eu não me importava e achava legítimo. Agora de amigos, não consigo não levar a mal, desculpem.

O que sentem vocês em relação a este tipo de esquecimentos? Como reagem?
17 de Julho, 2013

No início desta semana fiz anos.

Joana
E muito poucas pessoas se lembraram disso. 

Não sou pessoa de andar a anunciar aos sete ventos que faço anos, mas, como qualquer ser humano normal, gosto de sentir o carinho das pessoas com as quais me importo e que considero relevantes na minha vida. Eu tenho essa preocupação com quem quero bem. Fiquei por isso, surpreendida e triste ao perceber que grande parte dos meus amigos se esqueceu da minha data e a deixou passar em branco.

Eu acho que um amigo sabe de cor - ou pelo menos, marca na agenda - o aniversário de quem gosta e com quem se importa. Eu acho que um amigo não conta com o Facebook para lhe lembrar que, naquele dia, a pessoa X faz anos. Eu acho que um amigo sabe - simplesmente porque sim - que não pode - nem deve - falhar essa lembrança.

Eu não tenho a data do meu aniversário em qualquer rede social e contava que os amigos não precisassem disso para se lembrarem de mim. Mas aparentemente, sim. Se fossem pessoas que já não me dissessem muito, eu não me importava e achava legítimo. Agora de amigos, não consigo não levar a mal, desculpem.

O que sentem vocês em relação a este tipo de esquecimentos? Como reagem?
12 de Julho, 2013

O "All you need is Love" da Optimus.

Joana
O sábado em que estivemos por Lisboa coincidiu com o sábado da gravação do novo anúncio da Optimus, em que centenas de pessoas estão numa praça a fazer demonstrações públicas de afeto, enquanto cantam (gritam) o refrão "All you need is love". Por isso, sempre que assisto ao anúncio, "vejo-nos" ali no canto, onde, acabados de sair do elétrico, nos questionávamos quão desesperado por fama se tem de estar para aguentar estar ali a torrar (seriam umas 2h da tarde - o pico do calor, portanto), inseridos numa multidão e sempre a ouvir uma sequência de "corta" / "vamos repetir" não sei quantas horas a fio. Enfim, escolhas.
Ah, o que fizemos nós? Fomos andando. E pela sombra, claro.


12 de Julho, 2013

O "All you need is Love" da Optimus.

Joana
O sábado em que estivemos por Lisboa coincidiu com o sábado da gravação do novo anúncio da Optimus, em que centenas de pessoas estão numa praça a fazer demonstrações públicas de afeto, enquanto cantam (gritam) o refrão "All you need is love". Por isso, sempre que assisto ao anúncio, "vejo-nos" ali no canto, onde, acabados de sair do elétrico, nos questionávamos quão desesperado por fama se tem de estar para aguentar estar ali a torrar (seriam umas 2h da tarde - o pico do calor, portanto), inseridos numa multidão e sempre a ouvir uma sequência de "corta" / "vamos repetir" não sei quantas horas a fio. Enfim, escolhas.
Ah, o que fizemos nós? Fomos andando. E pela sombra, claro.