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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

11 de Dezembro, 2014

"Vais longe, vais." - Uma nova rubrica aqui do blogue.

Joana
Resolvi iniciar uma nova rubrica cá no blogue, com a designação que vos apresento acima. Sempre que virem este título, saberão que vos estou prestes a presentear com as "pérolas" mais brilhantes que vou recebendo e ouvindo de professores que se candidatam à minha empresa ou me dizem que o maior prazer da vida deles seria trabalhar comigo (pois, pois).

Alerto, desde já, que ao lerem estas coisas, poderão ser assaltados por um misto de sentimentos, entre os quais incredibilidade, vontade de rir e um enorme desânimo face ao futuro, dada a tão fraca qualidade de profissionais a que, aparentemente, os vossos futuros petizes chorões poderão vir a ser entregues durante anos. Preparem-se, que o material é bom. E eu nem faço nada para isso, ele é que vem ter comigo.

Vamos a isto!


11 de Dezembro, 2014

"Vais longe, vais." - Uma nova rubrica aqui do blogue.

Joana
Resolvi iniciar uma nova rubrica cá no blogue, com a designação que vos apresento acima. Sempre que virem este título, saberão que vos estou prestes a presentear com as "pérolas" mais brilhantes que vou recebendo e ouvindo de professores que se candidatam à minha empresa ou me dizem que o maior prazer da vida deles seria trabalhar comigo (pois, pois).

Alerto, desde já, que ao lerem estas coisas, poderão ser assaltados por um misto de sentimentos, entre os quais incredibilidade, vontade de rir e um enorme desânimo face ao futuro, dada a tão fraca qualidade de profissionais a que, aparentemente, os vossos futuros petizes chorões poderão vir a ser entregues durante anos. Preparem-se, que o material é bom. E eu nem faço nada para isso, ele é que vem ter comigo.

Vamos a isto!


05 de Dezembro, 2014

Perdi-me.

Joana
Estou numa fase da minha vida em que não gosto de onde estou. Gosto da minha profissão, dos meus amigos, da minha família, do nosso cão, de ter as minhas pessoas com saúde e da minha forma de ser. Mas tudo o resto à volta, neste momento, me desagrada. Estou exausta e farta de tudo o que sai deste meu círculo de coisas boas. A sério que sim. Tudo me parece querer levar a acreditar que sou eu que sou muito fantasiosa e sonhadora, que sou muito exigente a até egoísta, que não sou compreensiva, que não percebo nada de nada. De onde deveria vir tudo o que é bom não vem. Do lado de onde deveria partir o sonho, a imaginação, a expectativa, os planos e a melhor sensação de felicidade do mundo não vem. Sinto que perdi o que tinha de melhor e sinto que a vida não me dá aquilo por que luto. Nada chega, mesmo. Estou completamente esgotada e farta e, aos olhos dos outros, nem de perto estou aí. Tenho mais é que aceitar que as coisas são o que são e que nada de diferente me espera. E desanimo completamente. Estou sozinha. Há uns 10 anos, eu não era assim, era uma pessoa de quem eu realmente gostava. A idade era outra, mas a forma de conseguir a felicidade era outra também. Neste momento, já nem me lembro dessa fórmula. Estou mesmo perto de uma cisão com isto tudo, porque eu acabo por não me reconhecer no meio disto tudo. Eu não sei bem onde estou e onde perdi a Joana que era. Mas sei que não sou a melhor Joana que já fui, que não tenho o coração inundado de coisas boas como tinha, que deixei de fazer planos e de sonhar como sempre fiz, que me deixei dos meus momentos de loucura saudável, de risos e de disparates característicos, que estagnei e que à minha volta tudo me puxa para baixo. Não gosto deste meu eu. E continuo sozinha no meio desta busca pela minha antiga pessoa, que tão feliz me fazia. Onde raios me perdi?


05 de Dezembro, 2014

Perdi-me.

Joana
Estou numa fase da minha vida em que não gosto de onde estou. Gosto da minha profissão, dos meus amigos, da minha família, do nosso cão, de ter as minhas pessoas com saúde e da minha forma de ser. Mas tudo o resto à volta, neste momento, me desagrada. Estou exausta e farta de tudo o que sai deste meu círculo de coisas boas. A sério que sim. Tudo me parece querer levar a acreditar que sou eu que sou muito fantasiosa e sonhadora, que sou muito exigente a até egoísta, que não sou compreensiva, que não percebo nada de nada. De onde deveria vir tudo o que é bom não vem. Do lado de onde deveria partir o sonho, a imaginação, a expectativa, os planos e a melhor sensação de felicidade do mundo não vem. Sinto que perdi o que tinha de melhor e sinto que a vida não me dá aquilo por que luto. Nada chega, mesmo. Estou completamente esgotada e farta e, aos olhos dos outros, nem de perto estou aí. Tenho mais é que aceitar que as coisas são o que são e que nada de diferente me espera. E desanimo completamente. Estou sozinha. Há uns 10 anos, eu não era assim, era uma pessoa de quem eu realmente gostava. A idade era outra, mas a forma de conseguir a felicidade era outra também. Neste momento, já nem me lembro dessa fórmula. Estou mesmo perto de uma cisão com isto tudo, porque eu acabo por não me reconhecer no meio disto tudo. Eu não sei bem onde estou e onde perdi a Joana que era. Mas sei que não sou a melhor Joana que já fui, que não tenho o coração inundado de coisas boas como tinha, que deixei de fazer planos e de sonhar como sempre fiz, que me deixei dos meus momentos de loucura saudável, de risos e de disparates característicos, que estagnei e que à minha volta tudo me puxa para baixo. Não gosto deste meu eu. E continuo sozinha no meio desta busca pela minha antiga pessoa, que tão feliz me fazia. Onde raios me perdi?


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