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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

10 de Janeiro, 2015

Adoro o nome desta banda.

Joana
"Keep razors sharp".
Acho este nome brilhante, a sério. Não me perguntem porquê, mas adoro. Dos melhores que já vi.

(Momento "É sábado de manhã e estou cheia de sono, à espera dos meus alunos")


09 de Janeiro, 2015

Pais e filhos - quem sai aos seus...

Joana
Tenho uma aluna confirmada para as 10h30. A mãe dela liga-me às 10h32 e diz-me que ela adormeceu. Portanto, à hora a que devia chegar é à hora que me avisa que a filha acordou. Pede-me desculpa? Não. Diz-me só para eu esperar, que ela - a filha - em 15 minutos deve chegar. Assume, portanto, que eu é que estou à mercê dos alunos e tenho mais é que esperar, porque eu é que ganho com isso. Errado. Perante a falta de educação e respeito, eu aviso que às 11h30 tenho mesmo de terminar porque tenho outra aula. Ela só diz "Tudo bem". A aluna chega, passados os tais 15 minutos. Entra "na maior", diz que adormeceu porque esteve a ver um filme até tarde e começa "Estão aqui os trabalhos que me pediu..."

O atraso até acabou por não ser muito, é verdade que não. Foram só 15 minutos e não alteraram muito os planos. Mas a forma como as pessoas assumem que os outros têm que os servir e dependem deles é das coisas que mais me incomoda. A falta de educação que lhe é inerente então é o pior. Detesto serventias e mordomias. Não suporto miúdos e adolescentos insurretos, mal educados e socialmente mal formados. E sobretudo desprezo esta displicência com que as pessoas  - sobretudo quando são educadoras - se habituaram a viver e a lidar com os outros. Pelos vistos, a coisa está a ser devidamente transmitida aos mais novos, o que me leva a recear realmente a sociedade que estaremos a formar e que será aquela que, em teoria, terá de servir os nossos filhos. Um pouco assustador tudo isto, na verdade, não concordam?


09 de Janeiro, 2015

Pais e filhos - quem sai aos seus...

Joana
Tenho uma aluna confirmada para as 10h30. A mãe dela liga-me às 10h32 e diz-me que ela adormeceu. Portanto, à hora a que devia chegar é à hora que me avisa que a filha acordou. Pede-me desculpa? Não. Diz-me só para eu esperar, que ela - a filha - em 15 minutos deve chegar. Assume, portanto, que eu é que estou à mercê dos alunos e tenho mais é que esperar, porque eu é que ganho com isso. Errado. Perante a falta de educação e respeito, eu aviso que às 11h30 tenho mesmo de terminar porque tenho outra aula. Ela só diz "Tudo bem". A aluna chega, passados os tais 15 minutos. Entra "na maior", diz que adormeceu porque esteve a ver um filme até tarde e começa "Estão aqui os trabalhos que me pediu..."

O atraso até acabou por não ser muito, é verdade que não. Foram só 15 minutos e não alteraram muito os planos. Mas a forma como as pessoas assumem que os outros têm que os servir e dependem deles é das coisas que mais me incomoda. A falta de educação que lhe é inerente então é o pior. Detesto serventias e mordomias. Não suporto miúdos e adolescentos insurretos, mal educados e socialmente mal formados. E sobretudo desprezo esta displicência com que as pessoas  - sobretudo quando são educadoras - se habituaram a viver e a lidar com os outros. Pelos vistos, a coisa está a ser devidamente transmitida aos mais novos, o que me leva a recear realmente a sociedade que estaremos a formar e que será aquela que, em teoria, terá de servir os nossos filhos. Um pouco assustador tudo isto, na verdade, não concordam?


08 de Janeiro, 2015

Destes e de todos os outros Charlies.

Joana
Eu tenho muita dificuldade em analisar as coisas e tirar conclusões sobre o que se passou ontem de uma forma tão imediata e assertiva, como vejo a maioria das pessoas fazer. Eu tenho muita resistência a ir com a corrente e a dizer que sim ou não, só porque é quase consensual dizer-se que sim ou que não. Eu vejo estas coisas com muitas entrelinhas e muitas sombras e tudo não me parece, em nada, óbvio. Eu evito manifestar-me sobre estes atos porque não sei tudo sobre tudo e não conheço tanto sobre o que se passou, como me parece que quase toda a gente conhece. Foi um ato bárbaro, desumano e extremamente condenável, essa é a única certeza que tenho. Mais do que isto, guardarei para mim e farei as minhas próprias análises.


08 de Janeiro, 2015

Eu me confesso.

Joana
Eu rogo pragas a todos os donos de automóveis que, numa singela rua com centenas de metros, estacionam os seus dignos bólides em segunda fila exatamente ao lado de outros veículos estacionados do outro lado da rua, também em segunda fila. Se o conceito de segunda fila já me deixa de nervos em franja, isto é coisa para me fazer ganhar umas quantas brancas. Os dois carrinhos, ali, lado a lado, sem mais uns metros para a frente, nem mais uns metros para trás. Tudo o resto deserto e os dois ali, alinhadinhos. Isto não é aselhice - isto é pura BURRICE! Só só eu a achar que mereciam mesmo levar com uma pancada (refiro-me aos carros... se bem que...)?


06 de Janeiro, 2015

Entre os dois, venha o diabo e escolha.

Joana
2015 começou com grandes novidades em termos publicitários. Se, por um lado, terminaram os 37 anúncios diferentes-mas-quase-tudo-a-mesma-coisa-que-já-não-há-pachorra-nem-sei-como-lhes-pagam-milhares-para-fazer-isto da MEO e o anúncio da Vodafone, das miúdas gémeas a gritarem "PAAAAIIII!" de forma tal, que só me apetecia partir o monitor da televisão, por outro, 2015 arrancou com duas "bombas" publicitárias. E com "bombas" refiro-me não a algo extraordinário, mas algo prestes a rebentar com a nossa paciência, de tão mau que é. Refiro-me a isto e a isto.

O primeiro é mau em todos os sentidos. O Paulo Futre está a olhar para qualquer coisa que não é a tela onde está a ser projetado um jogo, as moças são de uma categoria suspeita, a rapariga loira tem o vestido preso quase nos mamilos (de tal forma que, da primeira vez que vi o anúncio e o J. me disse que havia uma loira no anúncio, eu só disse "Nem reparei no cabelo") e tudo parece que vai dar em filme porno até àquele corte de montagem (ai a língua portuguesa...) magistral, antes de começar a música fofinha de um estimulante sexual com o dobro da potência. Espetáculo. Tudo em mau. Palpito que também o resultado da toma dos comprimidinhos vá pelo mesmo caminho. (E o Paulo Futre deve estar mesmo em baixo, nem o Libidium Fast normal lhe chega...)

O segundo é a coisa mais parva dos últimos tempos. Ninguém está no Intermarché à minha espera ao início da noite (já fui verificar), nem eles têm um número de telefone disponível sequer para dar aos clientes. Depois, e não querendo ser bronca, a senhora tem maminhas, não tem? Porque não dar de mamar em vez de incomodar as pessoas na sua hora de descanso? A D. Alice podia estar a lavar a louça ou a preparar a mochila dos filhos para o dia seguinte. Ou até podia estar a fazer amor com o seu marido que passou todo o dia a dar "machadadas" na carne (língua portuguesa, again), por trabalhar na secção do talho. Não se faz, senhora que telefona à D. Alice só para não ficar com as maminhas descaídas. Não se faz.

Bem, vou indo então.

05 de Janeiro, 2015

Pergunta.

Joana
Ainda é seguro desejar "BOM ANO!", com todo o entusiasmo inerente à coisa, no dia 5 de janeiro? Ninguém me vai atirar qualquer coisa à minha figura? É que hoje anda tudo com cara de enterro por regressar ao trabalho... estarei segura ou será melhor não arriscar?


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