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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

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05 de Fevereiro, 2015

Compra que não vale a pena.

Joana
Esta:


Azeite Oliveira da Serra para fritar.

Dz que é azeite. Não me parece. A cor é de óleo. A espessura é de óleo. O cheiro ao abrir a embalagem é de óleo. O cheiro durante a fritura é de óleo. A sensação que dá depois de comer algo frito neste "azeite" é a mesma que tenho quando como algo frito em óleo. Portanto, só pode ser óleo. Não digo que não tenha umas pintalgadas de azeite lá pelo meio, mas é muito fraquinho.

Cá em casa já chegámos à conclusão de que não vale a pena. Para piorar as coisas, raramente comemos fritos (foi mais por prevenção, que fiz esta compra), pelo que a embalagem vai durar para lá de um ano até acabar (Se calhar, para quem aprecia fritos, isto até vale a pena, atenção!).

Bolas lá para o marketing! A coisa está tão bem feita e com gosto, que até eu - maior cética de sempre nestas coisas - caí. Bravo, Oliveira da Serra! (E volta à nossa despensa, meu azeite para cozinhar, de tampinha vermelha! Estás perdoado.)




04 de Fevereiro, 2015

Parece de propósito.

Joana
Temos um problema a resolver com alguma urgência. Há problemas bem maiores e bem mais complicados, bem sabemos. À luz de outras coisas, isto nem é um verdadeiro problema, antes uma dor de cabeça. Andamos stressados com isto. Não descansamos à conta disto. Não temos grande disposição por culpa disto. Tentamos pensar que temos de fazer o que podemos, mas metade da equação depende da sorte, que não temos - definitivamente - tido nesta questão. E é precisamente neste ponto, neste momento, nesta fase, quando nada está a abter certo e não estamos a conseguir a solução, que TUDO em nosso redor se refere ao nosso problema. Todo o lado para onde nos viramos alguém nos fala disso - ou porque aconteceu a um amigo, ou porque o irmão de um aluno passou por isso, ou porque só me aparecem notícias e novidades sobre isso, enfim. Já parava um bocadinho, a verdade é essa! Estamos a precisar de respostas e, sobretudo, de calma e foco. A ver como tudo continua a correr! Mas a ver também se as coincidências nos dão descanso, era merecido.


03 de Fevereiro, 2015

Eu não vivo sem internet. É triste.

Joana
A semana passada fiquei sem acesso à internet e a minha vida ficou, de repente, toda alterada. A vida e sobrevivência da minha empresa faz-se grande parte pela internet e ficar sem acesso a ela é quase equivalente a ver a empresa a definhar aos poucos. Felizmente, isto foi "apenas" por uns dias, mas foi o suficiente para ter perdido as aulas online que leciono, para me deixar sem conseguir enviar documentações de apoio aos alunos, para não ter conseguido enviar documentações contabilísticas e afins à minha contabilista, para não conseguir aceder a emails importantes carregados de anexos (nem me falem na internet no telemóvel que, ao que vejo, é uma das piores invenções de sempre, de tão má que é - e sim, eu não tenho um Iphone) e para complicar a vida no fim de um mês, quando há registos a enviar a pais e alunos e tanta documentação informaticamente relevante. Podia ter aproveitado uma rede Wi-fi, dizem vocês. Não, digo eu. Com coisas de âmbito financeiro e outros que tais de caráter confidencial, não há cá Wi-Fi que me convença. Difícil, eu sei.

(A sério, isto já teria bastado para me estragar a semana. Não ficou por aqui, mas do resto falarei mais tarde. Por agora, agradeço muito a Internet que povoa, neste momento, o meu computador e que me tranquiliza na regularização de tudo o que ficou em falta.)


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