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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

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Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

01 de Abril, 2014

Alto! Afinal ainda há um anúncio mais parvo do que o do Continente!

Joana
Há tempos falei aqui do anúncio do Continente, que, provavelmente, é de todos os anúncios um dos mais ridículos dos últimos tempos. Agora apareceu um que o suplantou: o do Bollycao Crack. Apreciem esta pequena obra de arte.

E agora digam-me: era difícil conseguir pior do que isto, certo? 
Analisemos a coisa:

O rapaz está numa camioneta que entra numa localidade chamada Vila Crack. Penso logo em droga, mas pode ser uma coisa minha, sei lá. Na minha cabeça, aquilo é um paraíso de ganzados, mas ainda fico na expectativa. Depois, o mocito com ar de quem não faz mal a ninguém olha pela janela e só vê pessoal jovem a ser cool, a andar de skate e a fazer coisas bué tótils e cenas ya tásse. Fica deslumbrado, claro! Saber que a droga faz aquilo, qual o adolescente que não fica? Depois sai da camioneta e a primeira de todas as possíveis e imagináveis perguntas que faz após o seu momento de perplexidade é - como, naturalmente, todos nós pensaríamos que deveria ser - "O que se come aqui?". Portanto, tudo em bom. E depois confirma afinal, através da rapariga mais falsamente feliz do mundo - que ali só se come chocolate e que ainda por cima é espanhol e faz crack.

Epá, eu cá não sei de quem foi esta ideia, mas isto é - numa escala de cocó - brilhante! É mesmo o pior que se poderia imaginar tudo junto e é impossível uma comum pessoa saudável e com os neurónios no sítio não ficar longos segundos especado em frente à televisão, após o anúncio já ter terminado, a tentar perceber se aquilo existiu mesmo ou se foi fruto de uma alucinação momentânea.

Clap, clap, senhores publicitários! Ou deverei antes dizer (demasiado) crack, (demasiado) crack, senhores publicitários?