Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

30 de Maio, 2012

O amor e as mentiras do amor.

Joana


Não nos enganemos: não há amores perfeitos. E digo perfeitos no sentido de ser tudo maravilhosamente belo, de se viver plenamente e de nem se detetar uma imperfeição que seja no outro e na relação. Não. O amor é muito mais que isso, exige muito mais que isso. Senão qual seria a piada do amor? Ter ali alguém, sempre perfeito e a fazer tudo sem uma falha? Que "sabor" traria isso à relação?
No espaço de um mês, ouvi e li relatos de três pessoas que disseram ter "a" relação perfeita. Que nunca discutem. Que se entendem sempre maravilhosamente bem. Que concordam em tudo. Que estão sempre em sintonia. E é nesta fase da estória que eu faço um esforço quase desumano para não revirar os olhos numa atitude de "Está bem, está bem...". Porque nada disto faz uma relação perfeita e nada disto existe assim, numa harmonia plena. O amor deve ser transparente, deve ser sincero, deve viver daquilo que realmente somos. E, precisamente por isso, o amor tem erros, tem imperfeições e tem de ser trabalhado, corrigido e renovado a cada dia. Não há 100%s nesta coisa do amor e quem diz que sim, ou não ama ou mente.
Não há amores perfeitos. Há amores que encontram a perfeição nas imperfeições. Esse é o tipo de amor que conheço, que vivo e que quero para toda a minha vida. O resto é história.