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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

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14
Fev18

Então, um Feliz São Valentim, sim?

Joana

Nós vamos fazer por isso. Mesmo cansados do trabalho. Mesmo sem termos a dignidade de demostrações públicas de afeto destacáveis no Instagram. Mesmo sem serpentinas, balões ou palavras gritadas aos sete ventos. Mesmo sem brutas quantidades de notas de euros a saírem das nossas carteiras. Mas com o que importa.

 

Divirtam-se lá, que isto hoje puxa à lamechice. Cuidado é com as poucas vergonhas, que não queremos cá crianças de novembro etiquetadas como acidentes de Dia dos Namorados. Podemos estar aqui a criar traumas, gente. Juizinho.

 

 

26
Out17

Desculpem lá, Pedro e Inês...

Joana

 

 

... mas eu fui ao vosso recanto amoroso, à quinta que foi cúmplice dos vossos amores, e não achei mesmo nada de especial. Aquilo até já deve ter sido bem bonito e cuidado e acredito que, à data e como as coisas funcionavam no vosso tempo, aquele fosse um cenário idílico para a vossa paixão. Mas hoje não. Está tudo muito ao monte, sem grande cuidado e o que mais apresentável se mostra é aquilo que não é contemporâneo da verdadeira história de amor, mas muito mais recente. Tanto eu como o J. ficámos desiludidos com a visita e um pouco frustrados por nos termos apercebido que a Quinta das Lágrimas poderia ser muito mais interessante e rica, se fosse, efetivamente, alvo de um cuidado diferente e de uma intenção superior a cifrões nos olhos. Porque é isso que transparece em quase todo o espaço - a promoção do Campo de Golfe e de um alojamento de 4 estrelas, ao invés de um respeito e valorização da nossa história. A fonte dos Amores não tem qualquer charme e não é sequer (para turistas estrangeiros ou até portugueses, que não conhecem a verdadeira história) digna de uma referência, a não ser uma gravação de duas estrofes d' "Os Lusíadas". Em relação a tudo o resto, há apenas umas placas de onde a onde, que pouco dizem e informam. É um espaço que se conhece, no máximo dos máximos, numa hora, que não está muito cuidado e cuja visita custa 2,50 Euros por pessoa.

 

Já vimos bem melhor por bem menos. E com hotéis e campo de golfe ao lado, também.

 

Não será um espaço que nos sintamos impelidos a visitar de novo. Desiludiu e é muito sobrevalorizado face ao que, efetivamente, tem e fizeram dele. Uma pena.

 

 

22
Jun17

E quando amar não chega?

Joana

Estou, neste momento, a ser testemunha de um casamento que está muito perto do seu fim. Não é o meu, não. Mas é o de alguém que conheço bem, com quem já partilhei muitos anos da minha vida e que está cansada de lutar. Está exausta de tanto tentar e de se esforçar continuamente para que a outra parte não deite a toalha ao chão.

Pausa.

Só aqui falha o conceito, penso. Ninguém tem de lutar pelos dois. O casamento é um compromisso de duas pessoas que têm o mesmo propósito e foco. Se uma delas deixa de os ter, então a batalha começa a desenhar-se fatal.

 

 

 

Falávamos há dias sobre o assunto e esta pessoa dizia-me que sempre tinha dado o seu máximo - e acreditem que fez mais do que até a própria achava ter feito - e que, do outro lado, havia uma espécie de aceitação pacífica desse empenho, sem grande gratidão visível ou gestos que provassem um particular reconhecimento. Parecia que era suposto ser assim. Mas não era, nunca é. Nada deveria ser "suposto" num casamento. Tudo se deve construir e esclarecer e nada deve ser subentendido. E se o for por acaso, que seja de imediato clarificado o que agrada e desagrada e o que deverá, para aquele casal, ser "suposto" para a sua vida funcionar.

 

"Eu amo-o" - diz-me esta pessoa. Sim, mas o tom com que a expressão lhe sai da boca já não carrega paixão e entusiasmo de outrora - o que até seria natural, porque esse "fogo" se vai desvanecendo, mas em vez de dar lugar a um amor sólido, deu espaço a um desencantamento e a uma sensação de desistência. Ama-o, mas com um tom de voz carregado de hesitação e alguma condescendência.

 

"E se amar não chegar?" - pergunto eu. E fez-se silêncio.

 

Amar, de facto, não chega. O amor sozinho nunca chegará. Há que haver cedência e entrega das duas partes. É preciso entusiasmo e respeito. O outro tem de ser uma prioridade e se o nosso "amor" por esse outro falhar e o entusiasmo de estar com ele se desvanecer, então que o respeito não falhe e que haja a sinceridade para dizer a verdade e para abrir caminho à felicidade de quem já se amou.

Para mim, que sou uma eterna romântica, é difícil aceitar estas mudanças súbitas de caráter - ou, grande parte das vezes, apenas o verdadeiro eu a vir ao de cima, depois de anos disfarçado atrás de uma máscara - e faço por acreditar que há fases mais complicadas, que são intensificadas pelas rotinas e pelos cansaços. Por outro lado, por mais otimista que seja, sou também bastante racional e entendo que, muitas vezes, amar não é suficiente. Aliás, até é muito pouco.

 

Uma das coisas que mais me impressionou nesta conversa que tivemos foi a noção da aceitação. A pessoa com quem falei está "a aguardar" pela decisão do outro, algo que nem consigo conceber, mas está a encarar bem a ideia que um divórcio estará a caminho. Não há filhos, o que ajuda ao processo, mas nem assim consigo entender esta tranquilidade. No entanto, valorizo, de facto, a capacidade dela de ver que as coisas não funcionam, que um pode estar a empatar o outro e que ambos merecem ser felizes. Talvez por saber que dificilmente conseguiria lidar com uma situação semelhante da mesma forma, tenho-me sentido um pouco abalada com esta notícia, mas compreendo quem tem a sensatez e a objetividade para ver o casamento como uma história que tem o seu início e que terá um fim bem fechado, em paz e sem espaço a recomeços, quando as coisas começam a não funcionar.

 

Eu ainda acredito no casamento. No amor e em tudo o que alimenta o amor. Ainda acredito que há amores para a vida, indestrutíveis, e que só são interrompidos pela morte. Mas também acredito que há amores que só são eternos enquanto durarem. E há que aprender a viver com isso. Mesmo que achemos que isso nunca será o nosso caso.

 

 

 

19
Mar17

Dia do Pai? Sim, se faz favor!

Joana

Eu sempre dei muito valor ao Dia do Pai e da Mãe. Não sou nada radical e, por isso, não me enquadro naquela nova moda de que todos os dias são do pai e da mãe e não é preciso haver um dia especial para nos lembrarmos deles. Ok, respeito a opinião dos outros, mas, na minha, isto não faz sentido. Segundo essa lógica, eu também não celebraria aniversários, Natais ou datas especiais, coisa que, claramente, não faz parte de mim. Eu gosto de celebrar a vida e acho que, havendo datas particulares para cada pessoa, elas devem ser aproveitadas como o pretexto ideal para reforçar o amor, carinho e respeito que por eles sentimos.

[Sim, eu sou caranguejo, esta é a minha natureza e não há nada a fazer quanto a isto.]

 

Hoje celebra-se o Dia do Pai. O meu, que está a uns cento e tal quilómetros de mim neste dia, não deixou de receber o miminho que sempre lhe dei e dou todos os anos. Não contava com ele (ou contava?) e recebeu-o por correio. Consegui ser, mais uma vez, original. O meu pai ficou "inchado como um perú", segundo a minha mãe, tal foi a alegria pelo carinho recebido. Percebi, pela atrapalhação ao telefone, que não cabia em si de contente, apesar de as palavras serem algo contidas e mais ou menos objetivas (se eu não te conhecesse tão bem, pai...). A minha mãe disse que se riram até às lágrimas com algumas coisas que escrevi e que estavam mesmo muito felizes por me ter como filha.

Fiquei - mais uma vez - com a certeza inabalável de que este é um amor único, que nunca será suplantado e que se estenderá por muito mais tempo que um qualquer limite que a vida nos queira impor. E fiquei feliz - muito! - por ver reforçado o que ouço todos os dias da minha vida: que os orgulho e que eu sou, para eles, o maior amor e valor das suas vidas.

 

 

Amor, partilha e reconhecimento.

Se isto não é o suficiente para celebrar o Dia do Pai, não sei o que o será.

 

 

09
Mar17

O alimento do amor.

Joana

Se calhar, sou eu que complico. Gosto do amor simples, tranquilo e reconhecido. Gosto dos pequenos gestos e dos grandes gestos. Gosto de ser alvo de atenção de quem gosta de mim e retribuir em dobro o que recebo. Gosto de me sentir acompanhada e saber que tenho sempre um porto seguro, sem ondulações desmedidas. Gosto de me sentir amada. Gosto de sentir o reconhecimento dos outros. Gosto muito de ver felizes as pessoas que me importam. Gosto de romantismo. Gosto de palavras; aliás, gosto muito de palavras. E gosto da gratidão no amor.

 

Se calhar, dou demasiado valor à gratidão. Sou bastante reconhecida com quem me faz bem e fico mesmo muito magoada quando não o fazem comigo. Sou naturalmente cuidadora dos meus e tenho um instinto de proteção bastante apurado com aqueles que amo e a quem quero bem.  Isto, que sempre considerei como uma das minhas melhores qualidades, é vista, por vezes, como defeito pelos outros. Há quem não queira ser cuidado e quem não esteja na mesma sintonia que eu. Por forma a conseguir lidar com isso, obrigo-me a, por vezes, ajustar-me, porque também reconheço que nem todos têm de ser como eu. No entanto, ao levar as coisas nestes termos, não estou a ser completamente fiel a mim mesma e estou a negar aquilo que - continuo a afirmar - é uma das minhas melhores características. Não vou ser hipócrita e dizer que o faço sem esperar nada em troca. Claro que espero. Espero o mesmo cuidado e atenção, espero a mesma preocupação em que eu esteja bem. Eu e toda a gente, só que poucos o admitem. Isso é o verdadeiro amor, para mim. Dizer que se gosta dos outros não chega, se o resto faltar. Amar é reconhecer, é deixar-se proteger, é aceitar que de fora pode vir uma nova forma de ver as coisas. É ser reconhecido e aceitar que a pessoa que cuida de nós o faz por amor, por respeito e até, por vezes, por necessidade. E a gratidão alimenta o amor. Ser-se reconhecido e grato é um princípio para a felicidade, seja em que âmbito for. Nem todos somos iguais na forma de lidar com as coisas, mas a gratidão, essa, deveria ser constante e eterna para com quem nos faz bem. Seja nos casamentos, nas amizades ou nas relações de trabalho. Importa ter isto em conta. Esse é o maior valor do amor

17
Fev17

Ajudar o próximo?

Joana

Ontem, numa ida ao banco à hora de almoço para levantar dinheiro, entra uma senhora muito velhinha numa cadeira de rodas, acompanhada de uma mulher relativamente jovem, com os seus 35/40 anos. Ao perceber que os balcões estavam fechados àquela hora, a rapariga disse:

- Está fechado.

 A senhora idosa, claramente limitada a vários níveis pela idade, respondeu simplesmente:

- O quê?

Este diálogo repetiu-se, penso, umas cinco vezes, sendo que da terceira para a frente a acompanhante gritava com a senhora idosa, cada vez de forma mais aguerrida. Eu, que estava virada para a caixa multibanco, não consegui conter-me e olhei para trás, para tentar perceber que erro fatal estaria a senhora na cadeira de rodas a cometer, para merecer tal rispidez da mulher que a acompanhava. A verdade é que não estava a fazer nada, nem tão pouco era daquelas pessoas idosas que vê a sua idade como um posto que lhe permite desconsiderar os que a rodeiam. Não. Era uma senhora bem arranjada [daquelas senhoras bonitas, maquilhadas e sempre com as unhas e o cabelo impecáveis, estão a ver?], delicada e simpática, sempre bem educada para com as poucas pessoas que encontrou pelo caminho até ao banco. E a rapariga ali, toda alterada pelo facto de o banco estar fechado e de ainda ter de ficar responsável por aquela senhora. Tudo piorou quando a mulher fez uma espécie de "Pff", enquanto deu um risinho patético e revirou os olhos, depois de a senhora lhe ter perguntado uma última vez "O quê?", antes de desistir de tentar perceber. Fiquei de coração partido. Não sei se a acompanhante era familiar ou uma auxiliar da Junta de Freguesia ou de algum lar, mas que raio de critério existe na seleção dos cuidadores? Que pessoas são estas? Terão perdido os seus valores, ou nunca os tiveram? Acharão que vão ter sempre saúde e que nunca precisarão de alguém? Como podem as pessoas sentir-se bem a gritar de forma enervada para alguém que nunca as desrespeitou e que, mais do que ninguém, sofre com as suas limitaçãoes? Fiquei de rastos. Aconteceu ontem e ainda não consegui esquecer aquela imagem. Talvez por choque, não consegui interferir e calar a "cuidadora" e limitei-me a esboçar um sorriso terno com a senhora idosa e a desejar-lhe uma boa tarde. Foi quase em surdina, mas obtive uma resposta e um sorriso de volta. Talvez isso signifique bem mais do que todas as palavras que possa escrever a expressar a dor que senti.

05
Fev17

Amor é...

Joana

... ficares numa aflição tremenda quando vês uma notícia de última hora sobre um acidente que envolveu quatro carros e matou uma pessoa e, de repente, perceberes que o teu marido saiu de casa há minutos e passou naquele local. É ficares de coração nas mãos por não haver notícias mais concretas e só existir um vídeo em direto, no site do Jornal de Notícias, onde se vê (mal), entre várias ambulâncias, um carro preto e uns faróis iguais ao do carro do teu marido. É ficares sem reação - nem uma mensagem conseguires enviar, com medo da demora da resposta - e pintares os piores cenários e pensares que aquilo não pode ser verdade. É congelares de medo. E é parecer que ganhaste a lotaria quando ele, do nada, te envia uma mensagem a dizer "Já cheguei. Está tudo bem" e tu constatas que tudo isto é um sopro e que a vida é mesmo feita de sorte e de tempos certos e errados.

 

 

19
Jan17

Isto é um jogo.

Joana

As mulheres são complicadas, mas os homens não são menos. Perante um percalço, acho que genericamente nós somos muito mais calmas do que eles. Por vezes, sou exagerada, confesso, e esse é um defeito que realmente me esforço por mudar. Mas dou conta que o J., por exemplo, fica muito mais alterado e nervoso quando alguma coisa sai do ritmo normal do que eu. Será questão de género? Não sei. O facto de eu ser mais calma e otimista por vezes "choca" com quem o não e, não tão raras vezes como poderia pensar e desejar, até chega a ser visto como sinal de inocência. Já falei disto algumas vezes com as minhas pessoas e cheguei a esta conclusão, que muito me surpreendeu (já alguma vez tinham pensado nisto?).

 

Outro dia falava-se aqui na blogosfera do Sapo sobre isso mesmo - sobre as diferenças nos convívios com os outros. Não gosto muito de "dourar pílulas" e sou bastante objetiva quando entendo que o devo ser, que é o caso. A verdade é que as adaptações nunca são fáceis, digam o que disserem. Mas são totalmente possíveis, isso sim. A verdade mais nua e crua é que é nos momentos mais tensos que se percebe se somos ou não capazes de fazer esse ajuste. Eu e o J. já vivemos algumas situações complicadas e suplantámos sempre tudo, porque somos imensamente amigos um do outro e porque estamos a "crescer" juntos (parem já com esses pensamentos pecaminosos!) e a aprender a gerir as emoções, os tempos de cada um, os "taus", as conquistas, as alegrias e os momentos menos bons, quando os há. Somos bastante diferentes e muito iguais em muitas coisas. Se o truque está no equilíbrio, acho que estamos bem. Se está noutra coisa qualquer, também não devemos estar mal de todo, porque estamos cá para contar.

Em relação a amizades, passa-se exatamente o mesmo. Não sei se pelas diferenças ou pelas semelhanças, já perdi uma amizade muito forte há uns anos e, pelo caminho, já ganhei outras que não esperava. Já fiquei bastante incomodada com atitudes de alguns amigos e muito orgulhosa dos gestos de outros. Enfim, também aqui se cresce e há constantes ajustes a fazer.

Vista à distância, a vida parece mesmo um jogo de estratégia, às vezes. E olhem que ninguém nos ensina as regras, por isso vencer isto é mesmo de valor.

 

E vocês, como se estão a dar neste jogo?

30
Mar16

"Não se ama quem não ouve a mesma canção".

Joana

Diz-se na música "Paixão (segundo Nicolau da Viola)", de Rui Veloso. Canção antiguinha e que faz parte de todos nós (dos trintões, pronto...) por motivos diversos. E hoje deu-me para pensar neste verso em específico. Analisando a coisa sob o ponto de vista literal, será, de facto, possível amar-se alguém que não goste do mesmo tipo de música que nós? O que acham?

 

Eu sempre pensei que sim. Considero que, apesar de o amor nunca se medir por este ponto em particular, a pouca sintonia nos gostos musicais poderá ser um motivo de alguma tensão. Desde sempre [sendo que aqui o "sempre" se refere aos anos que (con)vivo com ele] que o J. gosta de um tipo de música que eu não aprecio de todo. Poderei dizer que detesto mesmo. Mas ele adora. E ouve. E nem sempre nos headphones. Admito que isso mexe comigo. Não gosto e altera-me. As batidas são fortes e as músicas, talvez por eu sempre ter gostado de coisas mais alternativas a puxar ao rock/pop rock, são praticamente intragáveis para mim. Considero aquele tipo de música francamente mau, mas tento respeitar os seus gostos. A minha alternativa é pôr os headphones e andar na minha vida, enquanto ouço as músicas de que gosto.

 

Sei que as pessoas são diferentes e que a noção dos gostos e qualidades de uma música são muito relativas, mas realmente aquilo não é para mim. Felizmente, o J. gosta de algumas coisas comuns a mim, o que já não é mau de todo. Não digo que isto nos separe, mas que nos afasta uns metros um do outro, é verdade. Lamento que assim seja, mas respeito. Já tentei apreciar, mas é impossível. Fiquemos, então, neste âmbito, cada um no seu cantinho. E a vida segue.

 

E vocês? Partilham dos mesmos gostos musicais dos/das vossos/vossas  namorados/namoradas/maridos/esposas? Como funcionam as coisas desse lado?

 

 

 

 

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