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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

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13
Nov18

Eh pá, não exagerem! "A Star is born" não é mesmo nada de especial.

Joana

Mais uma vez, a minha ideia confirmou-se. Tudo o que tem demasiado nome e é assumido por todos como extraordinário raramente é, para nós, mesmo algo de muito bom. Não é implicância; é uma constatação.

Vem isto na sequência de ontem termos ido ver o tão aclamado pela crítica "A Star is born" e não termos achado mesmo nada de especial. É uma história de amor fofinha, mas com tudo o que o meio da música rock/folk/grunge e pop tem, sem nada de surpreendente (talvez mesmo só as interpretações de Bradley Cooper e da Lady Gaga e a boa realização, que são inegáveis). Não vertemos uma lágrima - e acreditem que se eu grávida não choro num filme, é porque ele não puxa mesmo à coisa.

Íamos ambos expectantes, porque toda a gente nos recomendava o filme e dizia ser das melhores coisas feitas nos últimos anos. No final, percebi que do que gostámos verdadeiramente foi da interpretação dos protagonistas, das músicas e... dos cartazes. Sim, os cartazes são espetaculares, há que admitir.

Saímos do cinema com aquela sensação de "heee, é normalzinho" e não percebemos mesmo como e porque é que algumas pessoas saíram do filme a fungar e de lenços na mão. A sério que não puxa a isso. Não será por contágio, apenas porque se lançou a ideia de que a história era emotiva e muito forte?

 

Pronto, talvez sejamos uns insensíveis. Ou não, que eu ontem vi um vídeo da Mustela e chorei um pouco de emoção. Coisas da vida.

 

 

27
Mai18

Fomos ao cinema. "Os Invisíveis" foi a escolha.

Joana

Ontem, sem grande plano, decidimos ir ao cinema. Como andamos totalmente alheados do que está no cinema e vale ou não a pena, confiámos em meia dúzia de sinopses que conseguimos ler no pouco tempo que tínhamos e avançamos para a escolha que, pelo teor da história, parecia ser do nosso agrado: "Os Invisíveis".

 

 

O filme retrata a vida de quatro judeus, desconhecidos entre si, que contam na 1ª pessoa a sua vida de fuga à perseguição cega do nacional socialismo alemão e de como sobreviveram em Berlim ao período do 3º Reich, imediatamente após a cidade ter sido declarada como "Livre de Judeus", sem efetivamente o estar. A história é poderosa e, sendo verdadeira e contada pelos próprios, tem um enorme impacto. A questão que, de início, nos deixou um pouco reticentes é este ser um filme em forma de documentário. Mas o que inicialmente nos pareceu desinteressante, depressa se revelou essencial para entrarmos na história e percebermos, pela cara, voz, gestos dos próprios que aquilo foi real - muito mais do que qualquer trilha de cinema pudesse tentar reproduzir. A verosimilhança que o discurso na 1ª pessoa dá torna este filme muito interessante e, embora longe da genialidade, impressiona e "mexe".

Quando o filme terminou, fiquei num misto de tristeza e alegria - entre a vergonha de pertencer a um mundo dito desenvolvido que agiu desta forma há cerca de 70 anos e a satisfação de perceber que a inteligência dos que eram constantemente perseguidos e julgados menos capazes se sobrepôs à dita inteligência das opressivas ditaduras do século XX.

Eis um filme que nos surpreende pelos dois lados: pela história e pela História.

Vale bem a pena. Se gostam do género, avancem, sem medos.

 

 

 

 

12
Fev18

A culpa não é do filme.

Joana

No fim de semana, eu e o J. pensámos em ir ao cinema. Esquecemo-nos é que era o primeiro fim de semana depois da estreia das 50 Sombras. Resultado: era tanta, mas tanta, mas tanta gente (da qual cerca de 98% miudagem), que rapidamente desistimos da ideia. Já não estávamos muito entusiasmados com a confusão, mas ao vermos tantas miúdas com hormonas aos saltos, com roupa de gosto duvidoso e que, até há uns anos, só serviria para certas camadas da sociedade que trabalham até altas horas e não descontam para a segurança social, e a insinuar-se aos rapazes que as acompanhavam (e a alguns que nem isso), desistimos mesmo. Para além de nos estarmos a tornar uns velhos do Restelo e o nosso espírito crítico disparar rapidamente em proporção da estupidez alheia, também apreciamos salas limpas e arejadas, pelo que decidimos dar uso aos nossos neurónios e sair dali o mais rapidamente possível.

 

E pronto, lá fica o meu querido Liam Neeson à espera mais uns dias.

Encontramo-nos num destes próximos dias de semana, a horas tardias e num cinema afastado dos grandes centros, Liam?

 

 

12
Jan17

Livrem-se de perder este filme no cinema.

Joana

E refiro-me a "Beleza Colateral".

 

 

Isto não é um filme; é um filmaço com um murro no estômago e com grandes lições a aprender.

 

Não me quero estender muito numa descrição sobre o que trata este filme ou sobre os porquês de não o deverem perder. Digamos simplesmente que trata da vida. E de tudo o que lhe dá valor - o óbvio e tudo o que é, de facto, colateral. E há tanto, mas tanto que não somos capazes de ver... E é isto. E isto vale muito a pena.

É daqueles filmes que nos transporta para o que está a ser vivido, nos envolve, nos "abana" e nos deixa sair da sala de cinema com lágrimas nos olhos, que tanto sabem a sal, como a açúcar. E, mais do que tudo, é daqueles filmes que ficam a ecoar na nossa cabeça muitas horas depois de já termos visto o seu final. Talvez porque não haja final.

Posso dizer que chorei muito no cinema a ver este filme - algo TOTALMENTE inédito em mim. Choro imenso em casa, mas nunca me lembro de o ter feito numa sala pública. É realmente bom e entrou diretamente para a lista dos melhores filmes que já vi. Talvez a fase da vida seja mais propícia a apreciá-lo de forma diferente, talvez a realidade esteja a surgir com novos medos. Seja pelo que for. Vão. A sério, vão.

 

08
Nov16

E vai mais um filme... Masterminds!

Joana

Como hoje é dia de comédia / tragédia do outro lado do Atlântico, vamos desanuviar um bocadinho e falar de coisas que nos abstraiam do pesadelo que estará para começar. Acho que cinema é um bom meio para o conseguirmos.

 

Não tenho andado muito atenta ao cinema, confesso. Às estreias, aos prémios, às críticas... a nada, praticamente. Apesar disso, e numa passagem rápida por um canal, vi há tempos uma entrevista da atriz Kristen Wiig e do ator Zach Galifianakis e fiquei alerta para algum filme que estivesse para estrear, que tivesse os dois atores a contracenar. Fã que sou do tipo de humor dos dois, fiquei entusiasmada, mas pensei que a coisa ainda fosse novidade lá fora e, como é tradição, demorasse a chegar aqui ao nosso canto. A verdade é que nunca mas pensei nisso e, entre os stresses e ansiedades do dia a dia, deixei que este assunto "morresse". Outro dia, mais uma vez do nada (estamos a ficar uns impulsivos, nós!) resolvi sugerir uma ida ao cinema. Fomos ver o que havia em cartaz e lembrei-me deste tal filme, sem ter ideia do nome. Depois de muito o ter tentado encontrar nas principais páginas de salas de cinema do Norte, lá vi que o filme ainda tinha resistido numa delas - a única, aparentemente. Estava decidido - se havia coisa de que precisávamos era de rir e não pensámos duas vezes.

 

 

Se o nosso objetivo era rir, foi totalmente cumprido - rimos MUITO, até quase às lágrimas em certas situações. Masterminds - Golpada de Mestre é um filme sobre um totó que se deixa enganar por uma mulher e leva a cabo um assalto, por amor. Simples. Mas claro que acaba por não ser tão simples assim. Há uma noiva muito estranha pelo meio, um amor não correspondido, um plano e uma fuga. E mais não digo. Os atores são ótimas escolhas (como eu previra), a história é engraçada, o humor físico é excelente, e não consigo sequer dizer de que personagem gostei mais. São todas diferentes, cómicas e bem construídas. Gostamos particularmente deste tipo de humor menos apalermado e mais inteligente, com bastantes segundas interpretações Só vos digo que é muito bom e que vale mesmo a pena! Não será necessariamente um filme para se ver no cinema - até porque, para além de já quase não estar em exibição, as vossas risadas podem ser tão duradouras, que se esticam para a cena seguinte e incomodam quem também lá está e não vive a coisa com o mesmo espírito. É um belo filme para se ver num dia frio de inverno, debaixo de uma mantinha e com uma bebidinha quente e uns biscoitos, não se preocupem. Cuidado é para não se engasgarem, que a história, em certas partes, dá mesmo para isso.

 

Vão por mim e vejam! Não fica nada atrás de Ressacas e afins. Se entretanto já viram, digam coisas!

 

[A cena final do filme faz-me rir mesmo muito. Mesmo agora, quando me lembro dela. Não tem nada de mais, não deve ter sido muito pensada, mas eu não consigo evitar. Sou capaz de me rir sozinha, só de pensar nela. Como agora.]

 

 

11
Abr16

Zootrópolis.

Joana

Ontem de manhã fomos ao cinema com os nossos sobrinhos e decidimos ir ver o Zootrópolis. Quer dizer, o J. queria muito ver esse filme e convenceu os sobrinhos de que aquele era muito melhor que o Kung Fu Panda, que era o que eles, inicialmente, queriam ir ver. Claro que as crianças se deixaram influenciar e lá fomos. Fiquei feliz com a escolha, porque, mesmo sem conhecer os filmes, não estava muito virada para o Kung Fu Panda. E ainda bem.

 

O filme Zootrópolis é, verdadeiramente, recomendável! É bonito, tem uma excelente qualidade de imagem (está a chegar a um nível quase insuperável de ultrapassar, penso), tem as habituais excelentes lições de vida, tem a ternura dos filmes da Disney e é muito divertido! Ri-me bastante, em diferentes momentos, com diferentes personagens e situações, como não imaginava que fosse conseguir. E acreditem que há coisas que só os adultos irão entender, como uma cena com uma figura semelhante ao Padrinho. Muito bom mesmo, de ir às lágrimas! Saí da sala bem disposta, feliz e em jeito ritmado. Gostei muito, mesmo! Claro que, sendo um filme de animação, temos de ter um certo filtro para perceber que a sala estará cheia de crianças e que algumas coisas não serão as que mais agradarão a quem gosta de cinemas tranquilos (guilty!). Mas foi muito pacífico. Fomos ver a versão dobrada, naturalmente mais propensa a ser visionada por crianças mais pequenas e com menos paciência para aguentar uma hora e meia de filme, mas tudo correu bem. Só reconheci a voz de uma personagem, dobrada pelo famoso Lecas (quem nasceu depois de 1995, talvez já não entenda a quem me refiro...) e as restantes, não sendo conhecidas, fizeram, como sempre - há que dar real mérito às dobragens portuguesas que são, de facto, excelentes! - um bom trabalho.

 

A única coisa que me faz confusão no meio disto tudo é que Zootrópolis, à semelhança de filmes de animação como o Big Hero 6, por exemplo, tem cenas que podem assustar os miúdos e que não são assim tão tranquilas, o que me faz torcer o nariz à atribuição da recomendação M/6 a estes filmes. Há cenas à noite, com predadores, perseguições e afins e algumas crianças ficaram, de facto, com medo. São poucos segundos, mas basta para assustar. Claro que, para nós, adultos, e até para crianças mais velhas, a partir dos 12 anos, aquilo já não assusta, mas para mais pequeninos... hummm... não sei. Certo é também que havia muitas crianças com menos de seis anos a ver aquele filme e aí, como em tantos outros casos, trata-se de uma questão de maturidade... dos pais!

 

Por fim, resta-me dizer que a música da Shakira é, de facto, apropriada aos momentos do filme em que surge e que é feliz, à semelhança da história. Problema (ou não): é daquelas que fica colada e não sai da cabeça durante uns dias. Pelo menos, até agora, dura há umas 24h cá dentro. E, pelo menos no meu entender, não faz mal nenhum.

(Façam o teste, clicando na imagem abaixo. E vejam este filme, a sério!)

 

 

 

 

29
Jan16

E pois que fomos, de novo, ao cinema.

Joana

Se forem como nós, gostam de ir ver os filmes mais badalados quando começam, progressivamente, a deixar de o ser. Assim sendo, há uns dias, por sugestão do J., fomos ver o filme "A Queda de Wall Street". Para quem não está a ver de que filme se trata, é este:

(cliquem na imagem para verem o trailer)

 

A verdade é que o trailer é bem melhor do que o filme, a meu ver. Acho que o filme está bem pensado, tem uma história com muito potencial, mas é uma enorme seca. A sério, até me custa dizer isto, porque, regra geral, gosto de filmes complexos, mas este foi quase intragável para mim. É muito, mas muito complicado para quem quer perceber tudo ao pormenor e implica quase um estudo prévio da forma de funcionamento das bolsas e um conhecimento profundo da banca. Tem inúmeros termos técnicos da área financeira que são, ainda que explicados por analogias e de uma forma diferente, explicitados e introduzidos na história com uma rapidez, que nem nos permite pensar sobre eles ou tentar entendê-los com a atenção que merecem. Para além disso, em quase todo o filme o tom é monocórdico (há exceções, naturalmente) e não há, praticamente, "picos" na história, que é um pouco previsível. Não me surpreendeu, nem mostrou nada de extraordinário que eu já não soubesse. No entanto, continuo na minha - não percebi metade do filme e estou certa de que uma grande percentagem de pessoas que estavam naquela sala também não. Só para perceberem a dimensão da coisa, foi a primeira vez que adormeci numa sala de cinema. Fiquei um pouco frustrada e já me questionei se estive com a atitude certa para encarar o filme, mas acho que o problema não está em mim. Quero dar uma segunda oportunidade a este filme, um dia, em casa, quando puder ver tudo direitinho, com calma, e puder retroceder uns segundos, sempre que não tiver percebido algum conceito. 

Já o J. gostou bastante e ficou preocupado e revoltado com a banca, depois de ver o filme.

 

Portanto, concluímos que pouca coisa boa saiu daqui.

(E abdiquei de ver o "Joy" em função deste filme, não podendo estar mais arrependida. Quer dizer, se alguém me confirmar que o "Joy" é um mau filme, talvez me comece a sentir melhor.)

 

05
Dez15

Vamos lá então falar de cinema.

Joana

Há coisa de duas semanas, eu e o J. fomos ver o "Spectre", o novo filme da saga James Bond. E a verdade é que as nossas opiniões divergiram - apesar de eu ter uma teoria para explicar esta divergência, que em muito  pouco se prenderá com o filme. Mas disto falaremos mais à frente.

Continuando... o filme é, provavelmente o mais complexo da saga, o que, desde logo, constitui motivo de desagrado para quem não vai com grande espírito para isso. Mas, sejamos francos, um filme de James Bond que não seja exigente em termos de história, de muito pouco valerá, certo? E a verdade é que eu adorei o filme! O argumento é muito bom e inteligente e, sumariamente e sem spoilers (vês, Heidiland? :) ), explica muita coisa da saga e torna tudo mais claro e compreensível. Seria de supor que, dito assim, a coisa resvalasse para o forçado, mas não; está, de facto, bem pensado e realizado. Um exemplo disso são alguns momentos de puro silêncio, que o próprio filme tem e que acabam por se estender ao auditório. Digo-vos que é de uma tensão muito poucas vezes conseguida em cinema e isso é de louvar. Foi, de facto, incrível como se instalou um tal silêncio na sala, que o J. teve de interromper o seu processo de metódica ingestão de pipocas, porque o simples trincar era perturbador da atenção. Incrível! Adicionalmente, os momentos de ironia são de bom gosto e de um humor refinado, como eu aprecio. Gostei mesmo, acho que não dá para disfarçar. Não consegue ainda ultrapassar o meu querido "Casino Royale", mas está quase lá. Gostei mesmo muito!

 

 

Em relação à banda sonora, e sabendo que muitos vão sentir vontade de atirar tomates podres à minha pessoa, acho que claramente é uma das melhores dos últimos anos. E não me refiro só ao Sam Smith, sendo que a música de abertura do filme é, a meu ver, muito, mas muito boa! Ao contrário de 99% das pessoas, acho que "bate" a Adele a pontos. (Pronto, é agora que me atiram com os tomates podres).

 

Dito isto, adorei o filme e recomendo-a a quem gostar do género. Eu, que sou seguidora de tudo o que é "Missão Impossível" e "007" estive lá batida e não me arrependi. Pelo contrário, saí mesmo muito surpreendida e satisfeita com a minha aposta. Recomendo, mas só se forem com espírito para mais de duas horas e meia de um filme complexo de James Bond. (E, by the way, foi aqui que "perdi" o Jorge. Ele estava cheio de sono e acho que foi vencido umas duas ou três vezes por frações de segundos. Foi o suficiente para também perder "o fio à meada".) 

 

Notas:

- Mónica Bellucci - muuuuuito forçada a participação desta senhora. Totalmente dispensável!

- Daniel Craig - claramente talhado para ser o Bond. Mesmo que ele diga que já não quer continuar a sê-lo. Não sejas burro, Daniel!

 

 

29
Ago15

Vimos o "Missão Impossível" e...

Joana

... adorámos! Ok, talvez eu tenha adorado mais do que o J.. Sou uma fã incondicional da saga "Missão Impossível" e faço sempre por ver os novos filmes no cinema, pelo impacto que a coisa ganha em termos de som e, até hoje, não me arrependi. Achei este último filme bastante bom, mesmo. Pode haver os naturais exageros nas perseguições e coisas que tais, mas o argumento está muito bem escrito e consegue "prender-nos", ao ponto de nunca sabermos bem de que lado está o "jogo". Adorei mesmo e acho que esta foi a melhor história até agora. Apesar de algumas críticas menos favoráveis que ouvi por parte de algumas pessoas à saída do cinema, considero que muitas delas não eram justas e que o filme, complexo como é, exige bastante mais atenção do que um habitual "filme-pipoca" do qual, se calhar, muitos estariam à espera. Talvez seja mesmo essa a justificação para esses comentários. Se quiserem um filme denso, mas bem escrito e realizado, apostem neste.

 

 

Para mim, leva 4 estrelas! Gostei e aconselho. Muito bom!