Comprámos uma máquina de secar.
E nunca tivemos uma máquina de secar na vida.
Portanto, já sabem a que me vou dedicar na próxima hora e meia de almoço.

(Sinto-me tão ignorante e desfasada da realidade, por vezes.)
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E nunca tivemos uma máquina de secar na vida.
Portanto, já sabem a que me vou dedicar na próxima hora e meia de almoço.

(Sinto-me tão ignorante e desfasada da realidade, por vezes.)
Entendam a minha crise existencial. Há quantos anos a SIC está a comemorar 25 anos de existência? Anos? - perguntam vocês. Sim, anos, meus amigos. Parece uma pergunta parva, mas a publicidade do canal ao seu aniversário (e o logotipo!) já dura há tanto, que, de repente, imbuída deste cansaço profundo que me está a consumir o cérebro desde há uns dias, dou por mim a pensar se sou eu que estou a entrar em modo de suspensão ou se é o tempo que está a passar mesmo muito devagar.
Digam-me que não estou sozinha. Eu preciso de me manter sã.

Hoje foi dia de retornar ao trabalho, recuperar rotinas e ganhar lanço para tratar das milhentas coisas que esperam por mim, tanto na minha empresa, como na minha vida pessoal. O dia começou às 7h00 e, a esta hora, já sinto que são quase 4 da tarde, de tal forma ainda não parei.
Hoje escrevo, porque me dei conta de algo que me ocorre com alguma frequência e que decidi partilhar. Creio que não serei a única, mas sabe-me bem o desabafo.
Parte da minha vida tem, necessariamente, de passar pelas redes sociais, pois não basta sermos bons no que fazemos (cof cof, grande modéstia); é necessário torná-lo visível e reconhecível aos olhos dos outros. Não me refiro ao plano pessoal - que nesse, não preciso mesmo de qualquer apoio das redes -, mas sim ao profissional. Confesso que, muitas vezes, sobretudo no Twitter e no Facebook, me "perco" quando estou a promover algum serviço ou mostrar algum tipo de atividade. É tão fácil sermos "desviados" do nosso foco que, por vezes, tenho de encontrar estratégias alternativas para evitar esses pequenos desaires na minha rotina de trabalho. Apesar de ser bastante objetiva e focada, sinto que, por vezes, o cérebro se deixa levar e segue por um caminho da rede que não é o que necessariamente desejava - qualquer coisa semelhante àquela sensação de, por vezes, irmos a conduzir e chegarmos ao destino, sem darmos conta, como se quase de uma uma navegação automática se tratasse, estão a ver?

Convenhamos, as redes sociais têm este lado, mas nem sempre é fácil desviarmo-nos delas, sobretudo numa manhã de segunda feira após o fim de umas boas semanas de férias.
Vá lá, Joana, tu consegues.
Passa-se o mesmo convosco? Conseguem gerir bem as coisas? Entram neste modo de "navegação automática" com frequência?
... de ter uma mulher que não soubesse fazer nada em casa e que dissesse, à boca cheia, para toda a gente, que não sabe cozinhar. Que se vangloriasse de ser assim e de os outros terem de a aceitar assim.
Infelizmente, há mulheres destas.
E felizmente para elas, ainda há homens que não ligam a isso. (Até um dia, no meu entender.)