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Verde Vermelho

Podia ser um blog sobre Portugal. Podia ser um blog sobre mim. Podia ser um blog sobre coisas boas e más. Podia ser um blog humorístico. Podia ser um blog a tentar ser humorístico. Podia ser um blog sobre qualquer coisa. Pois podia.

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05 de Setembro, 2016

Um caso grave de amor.

Joana

Eu estou novamente apaixonada. Mas calma. Refiro-me a uma nova paixão de quatro patas. Há meses que a vejo divulgada na página da Associação de Proteção Animal que sigo e ajudo e que me ajudou a encontrar o nosso primeiro grande amor de quatro patas, entregue (e bem!) aos meus pais, que nunca pensaram sentir tanto amor por um bicho. Pois que agora, não bastasse este nosso amor, há outro que me atormenta. O problema é que vivemos num apartamento praticamente sem varanda (o conceito de varanda, nos dias de hoje, está MUITO distante do real) e que nós passamos grande parte do dia fora de casa. Eu vou sempre almoçar lá, mas porque a vida, neste momento, mo permite. Como somos muito racionais e objetivos, tentamos pensar "a frio" e vamos confirmando que será melhor não nos aventurarmos neste campeonato. Mas caramba, eu estou apaixonada! É muito mais difícil assim, bem sabem.

Neste passado fim de semana, a tal Associação teve um evento, ao qual apareci e, entre fotografias do Boss e a emoção dos voluntários ao ver a felicidade dele e o final feliz que lhe calhou, lá falei eu desta minha afeição por esta cadelinha. Contei a nossa situação e como isso nos estava a retrair de avançar e as voluntárias, em vez de me dizerem "Pois é, Joana, estão a pensar bem" - e desta forma, atirarem-me com o "balde de água fria" do qual, inconscientemente, eu penso estar à procura - não! Disseram-me para a levar dois dias, para ver como ela e nós nos adaptávamos, que tinham animais à sua conta em casas com maiores limitações ainda e por aí adiante.

Portanto, se eu estava apaixonada, mas com um certo distanciamento objetivo, agora estou apaixonada e quase cega de amores. O J. diz que é melhor não a levarmos uns dias a nossa casa, porque sabe que nos vamos apegar muito a ela (ele é pior do que eu, depois...) e que nos vai custar horrores a aceitar a verdade. Eu dou-lhe razão. Mas já me apeteceu tantas vezes ir buscá-la, só para a conhecer e dar uns belos passeios e corridas com ela.

 

Eu sei que é rafeirinha, eu sei que é parecida com o Boss, eu sei que tudo isto pode ser um reflexo de saudades de me sentir como quando estou com o "nosso" cão, eu sei disso tudo. Mas não resisto.

 

Ai caraças, acho que estou perante um grave caso de amor. Que me dizem vocês?

Lobita.png

 

2 comentários

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    Joana

    13.09.16

    José da Xã, a consciência da importância desses aspetos é que nos faz questionar e ponderar tanto a decisão. Por muito que a emoção tome conta de mim (e, neste caso em particular, toma), consigo sempre distanciar-me um pouco e ver o outro lado da questão. É isso que nos está a "travar" um pouco nesta decisão.
    Obrigada pelo comentário!
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